ALBERTO ARAÚJO - MEU RECANTO
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CARTA AO AMOR



Amor sublime amor,

tu que encantas o poeta,
que enaltece a musa inspiradora,
ver se chegas e sentas no meu peito,
toma conta de minha solidão,
não pedes licença, se  apodere de mim,
me usa, faz-me de gato sapato eu deixo.
Introduz a flecha furacônica,

me deixas descabido, desatinado
ou mesmo desalmado,

podes-me fluorescender
na parte voraz de minha alma,
me acender todos os meus faróis,
velas e lampiões do meu ser,
faças de mim o animal mais luzente de 
todo planeta, eu deixo.

Quero sentir o enigma que a pessoa
quando ama sente,

quero saber de tudo.
Ir bem fundo de teu
mistério e poder desvendá-lo

eu quero sentir a sua magnitude e
provar do teu inexplicável AMOR.

 

ALBERTO ARAÚJO
Enviado por ALBERTO ARAÚJO em 26/03/2007
Alterado em 15/02/2010
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