ALBERTO ARAÚJO - MEU RECANTO
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AROMA DO POEMA





Neste logro noturno.
O aroma que exala é o sândalo.
O que, consecutivamente perfuma os poemas.
Abundantemente também espargia,
no jocoso jardim de Afrodite.

Neste abrigo da noite,
Consegue-se a ração lírica do céu ultravioleta.
O que antes embriagava a rosa dos Deuses.

Nesta imensa boca da noite – havia um mistério.
O enigma era a estrela em ondas revoltadas.
Tremulando no pátio do mundo,
um aroma de bálsamo,
o mesmo aderente, na janela da vida.

Nesta noite coletiva.
O poema contemporâneo
obtém o perfume ocorrido na alcova das Divindades.
E continuamente empunha o momento da carne e espírito –
o mesmo coração da Lua Sagrada & Poesia.
 


Edição de imagens:
Shirley Araújo

Texto: Aroma do poema


 
ALBERTO ARAÚJO
Enviado por ALBERTO ARAÚJO em 23/02/2014
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